Supermercado Brastudo

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terça-feira, 26 de julho de 2016

Curso de Redação de Petições com o novo CPC em Araripina



  1. Já adequou suas petições iniciais ao novo formato?
    Pois é, são inúmeras alterações fundamentais para o dia a dia do advogado, e o meu objetivo é explicar em detalhes, destrinchando cada novidade do CPC/15, para que você não tenha com o que se preocupar depois de assistir às aulas. Mas ainda assim, manter a rapidez e agilidade que a correria do mercado de trabalho nos exige.
    Mostre ao seu cliente que está por dentro do novo Código de Processo Civil.
     
  2.  Sabia que agora você pode requerer tutela antecipada sem precisar formular os pedidos principais? Na fundamentação das decisões judiciais também houve bastante alteração... Acredita que é vedado ao juiz deixar de seguir um precedente judicial obrigatório? E que o magistrado pode julgar liminarmente improcedente um pedido que contrarie esses precedentes?
  3. O que você vai encontrar neste curso:
    a.    Quais são os novos requisitos da petição inicial?
    b.    Preciso manifestar interesse na realização da audiência de conciliação?
    c.    Qual a diferença entre Enunciado, Jurisprudência e Precedente?
    d.   Tenho que requerer a citação para contestar?
    e.    Qual a Tutela Provisória que posso pedir na inicial, de Urgência ou da Evidência?
    f.     Posso pedir ajuda ao juiz para descobrir dados do réu?
    g.   Houve alguma alteração na Procuração?
    h.   Essas normas do CPC/15 se aplicam às petições iniciais antigas?
    i.     Como funciona a emenda à inicial agora?
    j.     Posso requerer o parcelamento ou pedir para pagar as custas ao final?
    k.    Posso formular pedido de dano moral genérico?
    l.     Como arbitrar o valor da causa nos casos de pedido de dano moral?
    m.  O juiz pode julgar liminarmente todos os meus pedidos?
REDAÇÃO DE PETIÇÕES CÍVEIS DE ACORDO COM O NOVO CPC
LOCAL: Auditório da OAB Subseção Araripina/PE 

ENDEREÇO:  Av. Rua Cel. Antônio Modesto, 85, Araripina/PE.

DATA: 26/Agosto/2016. Das 14h00 às 21h30

INSTRUTORA: Profa. Fernanda Resende

INFORMAÇÕES(81) 3223-6845

INVESTIMENTO:  Até 12/08/2016 - R$ 150,00

                            A partir de 13/08/2016 - R$ 190,00

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Valmir Filho desiste de sua pré-candidatura a prefeito de Araripina


O vice prefeito de Araripina Valmir Filho (PMDB), desistiu hoje (25) de sua pré-candidatura a prefeito de Araripina, o anúncio foi feito ao seu grupo, de acordo com informações o vice prefeito deixou livre seus correligionários para escolher para onde migrar.

A reunião que aconteceu hoje não era para escolher o vice e sim para anunciar sua desistência.

Governo de SP diz que Suplicy 'tumultuou' reintegração de posse


O governo do Estado de São Paulo divulgou uma nota, na tarde desta segunda-feira (25) em que lamenta a atitude do ex-senador Eduardo Suplicy, que se deitou no chão para impedir uma reintegração de posse em um terreno ocupado por cerca de 350 famílias há pelo menos três anos na Cidade Educandário, na região da Rodovia Raposo Tavares. Suplicy foi detido pela Polícia Militar.

Na nota, a Secretaria da Casa Civil disse que Suplicy se aproveitou "da fragilidade de famílias para tumultuar uma reintegração de posse em cumprimento a uma ordem judicial solicitada pela Prefeitura de São Paulo, dona do terreno".
A nota diz ainda que o ex-senador "insistiu na obstrução da via mesmo após negociação". A oficial de Justiça Vilma Martins Coelho deu ordem de prisão ao ex-senador, que foi levado ao 75º DP para registro de boletim de ocorrência.
Suplicy prestou depoimento e foi liberado por volta das 14h20. Outras duas pessoas foram presas.
Ao sair da delegacia, Suplicy disse que se pôs na frente da Polícia Militar pois temia que um possível confronto pudesse terminar com pessoas feridas. "Felizmente nada aconteceu. Todo meu esforço foi para que não houvesse violência", afirmou o ex-senador. "Houve uma preocupação maior depois do que aconteceu comigo. Não houve confrontos maiores."

Teste de DNA soluciona mistério de 80 anos sobre a morte de um rei da Bélgica

rei-alberto-i-da-belgicaA suposta morte acidental do rei Alberto I da Bélgica em 1934 sempre foi rodeada de controvérsias. Agora, 80 anos depois do ocorrido, geneticistas forenses conseguiram relacionar o DNA do sangue encontrado na cena da morte do rei com o DNA de dois parentes distantes, provavelmente solucionando o mistério de uma vez por todas.
O rei Alberto I foi um dos monarcas mais populares a comandar o pequeno reino da Bélgica. Ele comandou o país em um dos momentos mais turbulentos da história, conduzindo a nação durante a invasão alemã na Primeira Guerra Mundial, na reconstrução pós-guerra e na crise de 1929, só para citar os momentos mais importantes. E ele morreu cedo, aos 58 anos, num acidente praticando alpinismo — ou não.
reliquia-alnerto-iVeja, o rei era um alpinista ávido e habilidoso, o que levou as pessoas a se perguntarem se realmente foi um “acidente”, um assassinato ou suicídio. Não havia testemunhas oculares na hora. Algumas teorias da conspiração especulavam que Alberto I foi morto em outro local e seu corpo foi plantado em Marche-les-Dames, na região de Ardenas.
Historiadores sempre descartaram essa teoria. Os investigadores levantaram duas possibilidades: ou o rei caiu depois de se apoiar numa pedra que se deslocou, ou caiu de uma altura de 18 metros depois que a rocha em que a corda de escalada estava presa quebrou.
Com um novo estudo publicado na Forensic Science International: Genetics, os historiadores estão confiantes de que chegaram em um consenso. O jornalista Reinout Goddyn comprou uma das relíquias que estavam na cena da morte do rei — nesse caso, folhas de árvore manchadas de sangue. Uma análise anterior, de 2014, já havia confirmado que era sangue humano.
E agora dois geneticistas forenses concluíram que o sangue é realmente do rei belga, comparando o DNA encontrado nas folhas com o DNA de dois parentes distantes de Alberto I: o último czar e ex-primeiro ministro da Bulgária, Simeão II da Bulgária, e a baronesa alemã Anna Maria Freifrau von Haxthausen.
Isso será o suficiente para convencer os defensores da teoria da conspiração? Provavelmente não. “Oitenta anos depois do acontecido, todos os envolvidos morreram e a maior parte do material se foi; nós provavelmente nunca conseguiremos descartar todas as especulações sobre esse ‘arquivo morto'”, disse o co-autor do estudo, Maarten Larmuseau da University of Leuven da Bélgica, num comunicado.
Porém, “a autenticidade das pistas de sangue confirmam a versão oficial da morte de Alberto I”, adicionou. “A história de que o corpo do rei nunca esteve em Marche-les-Dames ou foi colocado lá a noite agora se tornou muito improvável. Além disso, os resultados mostraram que conduzir uma investigação perfeitamente legal naquela época era impossível desde o início, já que alguns ‘caçadores de souvenirs’ interferiram na cena.”

Prefeitura de Araripina divulga folha de pagamento dos professores



A prefeitura de Araripina através da secretaria de educação divulgou no seu site oficial a folha de pagamento dos professores da rede municipal de ensino do FUNDEB 60 e efetivos, saiba mais clicando AQUÍ

OAB contesta Justiça e pede para que suspeitos de terrorismo tenham defesa


A OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) emitiu comunicado contestando a decisão do Ministério da Justiça, os advogados dos suspeitos de terrorismo foram impedidos de entrar em contato com seus clientes. O impedimento ocorreu conforme decisão do Ministério.
Em nota (leia a íntegra no fim do texto), a OAB informa que todo cidadão tem direito a um advogado.
“É urgente e necessário combater o terrorismo de forma dura, com todos os meios disponíveis e dentro da lei. Mas o caminho de combater o crime cometendo outros crimes e violando prerrogativas da advocacia leva o país ao retrocesso. A OAB adotará todas as ações necessárias para assegurar o exercício profissional dos advogados e a imediata revisão da portaria do Ministério da Justiça, se ela estiver em vigor", apresenta o texto, assinado por Claudio Lamachia, presidente da OAB.
Advogados dos suspeitos de preparar atos terroristas afirmaram ao UOL Esporte que foram impedidos de ver seus clientes na última sexta-feira. Os acusados detidos na última quinta pela operação Hashtag por suspeita de atos terroristas estão presos em um presídio federal de segurança máxima no Mato Grosso do Sul.
A reportagem apurou que as autoridades no local não deixaram que os presos sequer assinassem as procurações que tornariam os advogados formalmente seus representantes legais. Sem posse deste documento, os advogados disseram que não podem ter acesso aos autos da investigação, conhecer os motivos que levaram seus clientes a serem presos e nem entrar com um pedido de habeas corpus caso entendam que a prisão tenha sido ilegal.
O Ministério da Justiça, pasta que administra todo o sistema penitenciário federal, justificou a proibição com base em uma portaria que data do dia 28 de junho deste ano.
A "Portaria Número 4 da Diretoria do Sistema Penitenciário Federal" versa sobre as "regras para o atendimento de advogados aos presos custodiados nas penitenciárias federais".
O documento preconiza que presos no sistema penitenciário federal só poderão receber a visita de advogados uma vez por semana, apenas nas segundas, terças e sextas-feiras, por um período máximo de uma hora.
Confira o comunicado da OAB
A Constituição assegura a todos os cidadãos o acesso a um advogado para que sejam garantidas a ampla defesa e o devido processo legal. O impedimento ao trabalho da advocacia é uma afronta à democracia.
É urgente e necessário combater o terrorismo de forma dura, com todos os meios disponíveis e dentro da lei. Mas o caminho de combater o crime cometendo outros crimes e violando prerrogativas da advocacia leva o país ao retrocesso. A OAB adotará todas as ações necessárias para assegurar o exercício profissional dos advogados e a imediata revisão da portaria do Ministério da Justiça, se ela estiver em vigor"
Claudio Lamachia, presidente nacional da OAB