Supermercado Brastudo

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Delegada Gleide Ângelo assume caso da menina Beatriz, morta há um ano em Petrolina

Resultado de imagem para Delegada Gleide ÂngeloUm ano após o assassinato da menina Beatriz, morta em Petrolina no colégio onde o pai era professor, a Polícia Civil decidiu designar a delegada Gleide Ângelo para a chefia das investigações. O anúncio foi feito na manhã desta sexta-feira (9), pelo chefe da Polícia Civil de Pernambuco, Antônio Barros, que disse que a delegada terá dedicação exclusiva ao caso. Além dela, o delegado Alfredo Jorge, do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), e Marcione Ferreira, que já era o titular do caso, atuarão nas investigações.
A nova equipe passará a trabalhar assim que o Ministério Público de Pernambuco devolver o inquérito do crime, pedido pelo órgão para avaliação. “Os delegados só podem agir quando os documentos forem devolvidos. Esse pedido, que foi feito no dia 16 de novembro, é normal, para averiguar a evolução das investigações. Ao todo, são 13 volumes de inquérito policial e seis anexos. A portaria que determina as mudanças na equipe de investigação foi publicada nesta sexta-feira (9) e o início das atividades é imediato”, explicou Antônio Barros.
Beatriz foi assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, com cerca de 42 facadas dentro de um dos mais tradicionais colégios particulares de Petrolina, no Sertão de Pernambuco. O crime ocorreu dentro da quadra onde acontecia a solenidade de formatura das turmas do terceiro ano da escola, em que a irmã da menina se formava. A última imagem que a polícia tem de Beatriz foi registrada às 21h59, quando ela se afasta da mãe e vai até o bebedouro do colégio, localizado na parte inferior da quadra. O corpo de Beatriz foi encontrado minutos depois, atrás de um armário de uma sala de material esportivo que estava desativada.
Na quinta-feira (8), Lúcia e Sandro Mota, pais de Beatriz, foram a Brasília encontrar o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, pedir apoio federal nas investigações. Sobre o pedido, Antônio Barros afirmou que a família confia no trabalho da Polícia Civil, tanto que não chegou a pedir federalização, mas sim apoio nas diligências. Ele também afirmou que, após o reforço empregado neste mês nas investigações, caso o crime não seja solucionado, ele mesmo pediria a federalização do caso.
“Até agora, fizemos 137 perícias e ouvimos 208 pessoas. Levantamos um suspeito, cujo retrato-falado foi divulgado. Na escola, 11 pessoas chegaram a vê-lo, mas ninguém soube qualificá-lo”, afirmou. Para ele, não houve falhas nas perícias e no curso das investigações. “Não descartamos nenhuma hipótese. Temos a sensação de que a solução está muito próxima. Se conseguíssemos qualificar o suspeito, a situação mudaria totalmente de figura”, disse. Qualificar um suspeito é descobrir dados que possam levar à localização, como nome, profissão, idade.
Como a portaria, publicada em novembro deste ano, deixa a delegada Gleide Ângelo em exercício exclusivo do Caso Beatriz, na Delegacia de Olinda, onde está lotada, assume a adjunta Fabiana Leandro.
Perícia
A polícia encontrou dois tipo de DNA masculino na cena do crime. Até agora, no entanto, só foi possível identificar um dos suspeitos, em imagens disponibilizadas pela população. Por meio de retrato-falado, 11 pessoas reconheceram o homem, mas nenhuma foi capaz de qualificá-lo. Nas filmagens é possível ver o suspeito andando ao redor do colégio e entrando na quadra onde acontecia a festa, 20 minutos antes de Beatriz ser vista pela última vez. (G1)

Inflação é a menor para o mês de novembro desde 1998

Supermercado no Rio de Janeiro

A inflação oficial brasileira subiu menos do que o esperado em novembro e chegou ao menor nível para o mês em 18 anos, com o índice em 12 meses indo abaixo de 7% pela primeira vez em cerca de dois anos, em um cenário favorável para o Banco Central intensificar o afrouxamento monetário.
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu em novembro 0,18%, contra 0,26% no mês anterior, menor leitura para o mês desde 1998, quando recuou 0,12%, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira.
Com isso, em 12 meses a inflação acumulada até novembro chegou a 6,99%, sobre 7,87% no mês anterior, na primeira vez que vai abaixo da casa de 7% desde dezembro de 2014 (6,41%)
O resultado está ainda acima do teto da meta oficial do governo, de 4,5% pelo IPCA, com margem de 2 pontos percentuais, mas aproxima-se da projeção de economistas na pesquisa Focus do BC de alta de 6,69% este ano.
As expectativas em pesquisa da Reuters junto a analistas eram de alta de 0,27% em outubro, acumulando em 12 meses avanço de 7,08%.
As principais influências para o resultado de novembro foram os grupos Alimentação e bebidas, com queda de 0,20%, e Artigos de residência, com recuo dos preços de 0,16%. Entre os alimentos, as maiores quedas foram registradas por feijão carioca (-17,52%) e tomate (-15,15%).
Na outra ponta, os grupos que apresentaram em novembro as maiores altas foram Saúde e cuidados pessoais, de 0,57%, e Despesas pessoais, de 0,47%. A inflação de serviços, por sua vez, desacelerou ligeiramente a alta em novembro a 0,42%, sobre 0,47% no mês anterior, acumulando em 12 meses 6,84%.
Na semana passada, o BC deu sequência ao ciclo de afrouxamento monetáriocom novo corte de 0,25 ponto percentual na Selic, o segundo seguido, levando-a a 13,75%.
Na ata dessa reunião, mostrou que houve discussão sobre aumentar o ritmo de cortes da taxa básica de juros, com alguns dos membros defendendo que a evolução favorável da inflação, a aprovação inicial de medidas fiscais e o ritmo fraco da economia justificariam o movimento.
Nesta semana, o presidente do BC, Ilan Goldfajn, reforçou essa visão ao afirmar que a autoridade monetária está sensível ao nível de atividade econômica e que a ancoragem das expectativas é o que abre espaço para flexibilização nos juros.
“Eu acho que em termos da ancoragem, na verdade uma reancoragem das expectativas, a gente avançou bastante. E isso vai se mostrar um benefício para frente”, disse Ilan.
(Com agência Reuters)

Eduardo Paes tem bens bloqueados pela justiça

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O furacão que sacode o estado do Rio agora chega também à prefeitura.
Nesta sexta (9), a justiça decretou o bloqueio dos bens do prefeito Eduardo Paes. Ele é acusado de improbidade administrativa na construção do Campo de Golfe Olímpico da Barra da Tijuca.
A ação foi ajuizada pelo Ministério Público do Rio. Isso porque Paes dispensou a construtora Fiori Empreendimentos Imobiliários do pagamento de 1,8 milhão de reais de licença ambiental para fazer o Campo, em 2013. A taxa acabou sendo paga pelo município e, em valores atuais, a dívida alcança 2,3 milhões de reais.
Segundo a decisão, “a preocupação se acentua, na medida em que ao término de seu mandato, já se anunciou que o Sr. Prefeito irá residir nos Estados Unidos, o que pode dificultar ainda mais a recomposição dos danos causados”.
Paes e a construtora Fio Empreendimentos terão seus ativos leiloados para pagar a dívida. (Veja)

Garantido no cargo, Renan acelera tramitação da PEC do teto de gastos

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No dia seguinte à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de mantê-lo no cargo, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), acelerou o ritmo de tramitação do texto de interesse ao governo Michel Temer: a PEC dos gastos. E, mesmo depois de descumprir uma liminar do ministro Marco Aurélio de Mello, de se afastar da Presidência, o peemedebista afirmou que “decisão judicial se cumpre”. Aconselhado por aliados, ele agora deverá deixar para o ano que vem o projeto de lei sobre abuso de autoridade. A avaliação é de que não é hora de comprar mais uma briga com o Judiciário e outros setores, que criticam o projeto. Mas tampouco deve retirá-lo de pauta.


No lugar do abuso de autoridade, Renan garantiu a votação da PEC dos gastos na próxima terça-feira e abriu ontem três sessões para contar o prazo necessário para colocar a proposta na pauta. O movimento é incomum, principalmente em uma terça-feira. O governo respirou aliviado com a decisão do STF de manter Renan na presidência, justamente porque conseguiria garantir a votação da principal medida de ajuste fiscal, o que poderia ficar ameaçado no caso do afastamento. 

Já o abuso de autoridade, encampado pelo próprio Renan, não deverá ser votado. Parlamentares contrários à votação da proposta agora propuseram um requerimento para retirar a urgência da proposta, que está em plenário. Com isso, o projeto faria a tramitação normal, passando pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Renan não colocou o requerimento de retirada de urgência em análise e também não pretende colocá-lo até o recesso parlamentar para evitar ser derrotado. Informalmente, líderes já conseguiram o apoio de 45 senadores para tirar da pauta, sendo necessárias 41 assinaturas para aprová-lo.

Está sobrando (muito) dinheiro na Previdência; entenda os números

Governo interino quer aprovar este ano contrarreforma que inclui ampliação da idade mínima para aposentadoria - Créditos: Latuff

“As pessoas não vão aceitar. Se elas tiverem acesso a essas informações, não podem aceitar isso”. A frase é da economista Denise Gentil, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A indignação que ela aposta que mobilizará a maioria da população brasileira é com a proposta de uma nova reforma da previdência, que o governo interino promete apresentar e aprovar no Congresso Nacional ainda este ano.
As informações que alimentariam essa recusa são simplesmente a negação de tudo que você lê e ouve diariamente nos jornais: na pesquisa feita para sua tese de doutorado, Denise mostra, com dados oficiais, que o Brasil não tem nenhum rombo na previdência social. Mais do que isso: anualmente, sobra (muito) dinheiro no sistema público que hoje garante aposentadorias e pensões a 32 milhões de trabalhadores.
Até agora, o ‘otimismo’ da pesquisadora em relação a uma ‘grita’ da população tem razão de ser: segundo a pesquisa ‘Pulso Brasil’, realizada pelo Instituto Ipso em junho deste ano, nos 70% de desaprovação do governo Temer, a forma como o interino vem atuando em relação à reforma da previdência é o que tem a maior taxa de rejeição (44%).
O fato é que, como resposta à crise econômica, uma nova reforma da previdência vem sendo desenhada desde o ano passado. Ainda no governo da presidente Dilma Rousseff, foi criado o Fórum de Debates sobre Políticas de Emprego, Trabalho e Renda e de Previdência Social, que produziu um relatório de diagnóstico mas não chegou a apresentar ou apreciar propostas.
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