Supermercado Brastudo

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domingo, 2 de agosto de 2015

Prefeito de Araripina concede entrevista ao Jornalista Edmar Lyra da TV GUARARAPES


O prefeito de Araripina Alexandre Arraes foi entrevistado pelo Jornalista Edmar Lyra em um quadro apresentado por ele chamado Painel do Lyra.
Na entrevista foram abordados vários assuntos, como faculdade de medicina, energia eólica na região onde Araripina está sendo contemplada com algumas torres, falou do Aeroporto regional do Araripe, são João de Araripina.

Quando foi perguntado sobre a sua relação com Paulo Câmara, ele respondeu que mantém uma relação de parceria assim como era com o saudoso Eduardo Campos, e sabe das dificuldades que o governo está enfrentando, mas que na medida do possível tudo está se estabilizando.

Eleições passadas – O prefeito disse que apesar de não ter atingido a meta de eleger a sua esposa Roberta Arraes, foi uma votação expressiva para quem estava participando da primeira eleição, e nós imaginávamos que 38 mil votos dava para eleger Roberta, e agente na nossa planilha a gente sabia que Roberta iria passar dos 40 mil, mas devido alguns contra tempos que não valem a pena lembrar, não conseguimos chegar. Mas estamos confiantes e esperando o desenrolar das candidaturas para prefeito para que Roberta possa assumir o seu lugar de Deputada. Disse Alexandre

Alexandre disse que tem um grupo politico muito grande e que vai está escolhendo o melhor nome para disputar as eleições de 2016. 


Alexandre Arraes se réune com Tião do Gesso


Em uma reunião o prefeito de Araripina Alexandre Arraes, trouxe de volta para a base  governista o Vereador Tião do Gesso. Acompanhado dos vereadores Francisco Edivaldo e João Dias, Alexandre Arraes e Tião junto com sua família,  se reuniram para decidir o melhor para Araripina.

O almirante põe a Marinha na Lava Jato

Considerado uma referência em estudos sobre o uso de combustível nuclear, Othon Pinheiro, preso na última semana acusado de receber R$ 4,5 milhões em propina, leva a força naval ao epicentro do Petrolão


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Nova personagem da investigação da Lava Jato, a Marinha havia sido mencionada pela primeira vez no esquema numa negociata articulada pelo doleiro Alberto Youssef com o ex-deputado petista André Vargas. O projeto de sociedade entre a Labogen, a EMS e o Laboratório da Marinha, para a produção de um “viagra genérico”, previa investimento total de R$ 150 milhões. Renderia a ambos dinheiro suficiente para alcançar a “independência financeira”, conforme revelou o doleiro numa mensagem de celular ao então parlamentar. Descoberto, o plano fez água. Na época, a força-tarefa da Lava Jato debruçava-se sobre a atuação do petista e do doleiro sem se preocupar com os motivos que levaram a Marinha a entrar naquele barco. Meses depois, a Polícia Federal descobriu que o irmão de Vargas era sócio oculto de uma empresa que fechou mais de R$ 87 milhões em contratos com órgãos públicos, como Serpro, Caixa e o Ministério da Saúde, a IT7 Sistemas. Ante estas constatações, procuradores e delegados passaram a se questionar quem estaria por trás da participação militar no Petrolão. A prisão, na terça-feira 28, do almirante Othon Pinheiro da Silva ajuda a responder essa pergunta. Mas também fazem surgir outras questões. Por que um militar de alta patente, aposentado, com uma longa folha de importantes serviços prestados ao País, se envolveria nessa complexa rede de corrupção revelada pela Lava-Jato?
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OUTRA VERSÃO
Fontes da Marinha dizem que os R$ 4,5 milhões em propina
para Othon Pinheiro podem ser recursos destinados a ações
secretas de inteligência naval no exterior
Na Marinha, segundo apurou ISTOÉ, fala-se que Othon delinqüiu para conseguir a tão sonhada tecnologia de navegação do submarino nuclear para embutir o reator brasileiro. “Para fazer uma omelete é preciso quebrar alguns ovos”, disse à reportagem um militar próximo ao programa nuclear. Ainda corre a versão, de acordo com fontes da Marinha, de que os R$ 4,5 milhões pagos à Aratec, empresa em nome de Othon cujo nome é inspirado no centro de pesquisas de Aramar, não foram propina provenientes de contratos de obras da Usina Angra 3, no Rio de Janeiro., como afirmou a Polícia Federal ao prendê-lo na última semana. Os recursos teriam sido destinados ações secretas de inteligência naval no exterior. Basicamente, dinheiro usado para pagar informantes.
Se isso for verdade, a questão extrapolaria o âmbito do crime de corrupção para ganhar feições de um escândalo envolvendo a segurança nacional. Claro que isso precisa ser bem investigado, pois pode apenas tratar-se de uma estratégia de defesa do almirante. Seria uma espécie de releitura do que ocorreu no fim da década de 70 e início dos anos 80 com o chamado programa nuclear paralelo, que tinha como objetivo a construção de uma bomba atômica. Othon, que concebeu o projeto das ultracentrífugas de enriquecimento de urânio, pertencia ao seleto grupo do programa, coordenado pelo cientista Rex Nazareth, o “pai da bomba”, que no primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a ocupar uma cadeira no Gabinete de Segurança Institucional da Presidência. Para financiar o programa nuclear paralelo, a Marinha desviou recursos para contas bancárias secretas, as chamadas “contas Delta”, e realizou atividades de espionagem no exterior – que incluíram EUA, Inglaterra, Alemanha, França e Holanda.
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Formado em engenharia nuclear pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), Othon chefiou a Coordenadoria para Projetos Especial da Marinha (Copesp) por 15 anos. Como se sabe, o Brasil não chegou a desenvolver a “bomba”, mas conseguiu dominar o ciclo de produção do combustível atômico para uso pacífico. No governo do ex-presidente Itamar Franco, surgiram novos indícios de problemas na administração de verbas públicas. Não houve acusações. Em 1994, o almirante completou seu tempo de serviço militar e entrou para a reserva. Voltou em 2005, pelas mãos de Lula, para presidir a Eletronuclear. Era intocável. Othon promoveu o plano de aquisição do Scorpéne, pois considerava como a última oportunidade para concluir seu antigo projeto. A posição favorável ao submarino francês, porém, tinha forte oposição dentro da própria Marinha. Um dos críticos, curiosamente, também foi preso anos atrás por suposto envolvimento em notório caso de corrupção. O almirante Euclides Duncan Janot de Matos caiu na Operação Luxo da Polícia Federal, acusado de usar sua influência para fraudar licitações na Marinha e na Petrobras, em prol do grupo Inace e empresas coligadas. O esquema envolveria o uso de empresas laranjas sediadas nos EUA. Janot Matos chefiou o Estado Maior da Marinha e foi cotado para comandante, mas acabou transferido para a reserva por Lula, sendo substituído por Julio Soares de Moura Neto, que chegou ao comando em 2007 e lá ficou até 2015. Enquanto Moura Neto e Othon preferiam a compra dos submarinos do estaleiro francês DCNS, Janot de Matos liderava o grupo que defendia a compra de submarinos alemães. O Brasil chegou a contratar projetos alemães, mas a experiência foi malsucedida. Se condenado, Othon pode ser julgado novamente pelo Superior Tribunal Militar, correndo o risco de perder a patente e os benefícios salariais. Segundo o STM, Othon responderá pelo procedimento administrativo conhecido como “Representação para declaração de indignidade ou incompatibilidade para o oficialato”.
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Colaborou Josie Jeronimo
Fotos: Fernando Frazão/Agencia Brasil; JOÃO LAET/AG. O DIA /ESTADÃO CONTEÚDO 

Vendas de veículos novos caem 22,4% em julho


As vendas de veículos novos no Brasil caíram 22,4% em julho - até a última quinta-feira - na comparação com o mesmo mês do ano passado, mostram dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) obtidos pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, com fontes do setor automotivo. Com o resultado, os emplacamentos acumulam retração de 20,9% em 2015 até agora, recuo maior do que o de 20,7% registrado até junho, o que contraria a expectativa de entidades da indústria automotiva de início de recuperação das vendas no segundo semestre no ano.De acordo com dados do Renavam, nos 21 primeiros dias úteis de julho, foram emplacados 215,1 mil automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus no País, volume 1,2% superior aos 212,5 mil vendidos em igual período de junho, mas inferior às 277,5 mil unidades licenciadas nos 22 dias úteis de julho do ano passado.

Com isso, de janeiro a julho, as vendas de veículos novos somam 1,534 milhão de unidades, 406 mil unidades a menos do que o total emplacado em igual intervalo de 2014, o equivalente a quase dois meses de vendas, no atual ritmo do mercado.

Setores

O pior desempenho entre os segmentos do setor continua sendo o de pesados. Em julho, foram vendidos 6,2 mil caminhões, quantidade praticamente igual a de junho, mas 46,9% menor do que no mesmo mês do ano passado.

Já os emplacamentos de ônibus caíram no sétimo mês do ano tanto na variação mensal (-5%) quanto na comparação interanual (-38 8%), ao totalizarem 1,39 mil unidades.

A venda de automóveis e comerciais leves, por sua vez, somou 207 5 mil unidades, alta de 1,2% ante junho, porém recuo de 21,2% frente um ano atrás. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Brasil enfrenta tempestade perfeita na economia


A conta é dela, mas nós é que estamos pagando: os erros da política econômica do primeiro mandato de Dilma Rousseff expuseram o país à tormenta

As análises econômicas mais realistas e desapaixonadas indicavam, fazia algum tempo, que a crise na economia brasileira era um acidente prestes a acontecer. Por seis anos seguidos, o governo pisou fundo demais no acelerador dos gastos públicos e aliviou o pé no freio do controle da inflação. Em pouco tempo, arruinou a confiança construída em duas décadas de ajustes e reformas - sem falar nas manobras na contabilidade federal. Ao assumir o Ministério da Fazenda, Joaquim Levy apresentou um plano para evitar o desastre, como o personagem do filme Juventude Transviada que escapa da morte ao saltar do carro momentos antes da queda no desfiladeiro.
Por alguns meses, parecia que Levy seria bem-sucedido. O ministro procurou extinguir os trambiques do antecessor e propôs uma série de medidas para reforçar o caixa do governo e impedir um rombo ainda maior nas finanças públicas. A iniciativa seria um primeiro passo para arrumar a casa e retomar os projetos de longo prazo para incentivar o crescimento econômico. O clima político hostil, entretanto, atrapalhou os planos do ministro. Quanto mais frágil a situação da presidente Dilma Rous­seff e maior o envolvimento de políticos da base aliada nas revelações da Lava-Jato, menor a disposição do Congresso para aprovar ajustes impopulares. O tempo sobre a economia brasileira já estava fechado. Agora, o país está sob a ameaça de lidar com uma verdadeira tempestade perfeita.
O Brasil não é tão vulnerável como no passado, mas entrou avariado na trovoada. O povo brasileiro já percebeu, em seu dia a dia, o aumento no custo de vida, a dificuldade para quitar dívidas, o desemprego de pessoas conhecidas. O pior, entretanto, está por vir. Principalmente se as medidas de austeridade nas contas do governo não forem aprovadas. Na semana passada, a agência americana de classificação de risco Standard & Poor's reduziu para negativa a avaliação do país. Existe agora uma probabilidade elevada de rebaixamento da nota do Brasil, possivelmente no próximo ano. Se assim for, o país perderá, na avaliação da S&P, o status de grau de investimento. E o que isso significa? A economia deixará de ter acesso ao crédito farto e barato dos mercados internacionais. Os maiores fundos de pensão estrangeiros restringem a aplicação em países sem o grau de investimento. Em vez de ficar mais próximo de países como os Estados Unidos, a Alemanha ou o Chile, o Brasil seria rebaixado para o grupo de caloteiros contumazes, que inclui a Grécia, a Argentina e a Venezuela.
Não é apenas o governo que é afetado. As empresas brasileiras também serão vistas como investimentos especulativos. Ao pôr a nota do país em perspectiva negativa, a agência fez o mesmo para 41 empresas locais. Entre elas figuram companhias que, a despeito do cenário econômico adverso, estão entregando bons resultados e não têm dependência direta do Estado, como Ambev e NET. Isso acontece porque a nota de crédito do país é o teto de classificação das empresas. Raramente uma empresa pode ter nota melhor do que o país no qual ela opera, porque sempre existe o risco de ser afetada por alguma restrição na transferência de pagamentos.


Juízes do trabalho decidem não reocupar prédio da Sudene

Prédio da Sudene estava interditado desde a terça (28) / Foto: JC Imagem

Os juízes do trabalho dicidiram não reocupar o prédio da Sudene, no bairro do Engenho do Meio, Zona Oeste do Recife. A decisão foi tomada em assembleia realizada na noite de sexta-feira (31). O prédio, que havia sido interditado na última quarta-feira (28), abriga as Varas do Trabalho do Recife. Na reunião ficou acordado que os magistrados ficarão concentrados no térreo do edifício, de segunda (2) a quarta-feira (5), despachando e realizando atos processuais por meio do sistema eletrônico. No entanto, não serão realizadas audiências e outros atendimentos.
A medida adotada pela categoria é uma reposta à decisão do presidente do Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região, desembargador Marcelo Navarro. Um despacho assinado pelo presidente do órgão suspendeu a liminar que determinava a desocupação do prédio, solicitada pela Associação dos Magistrados do Trabalho (Amatra VI).
Em nota oficial divulgada neste sábado (1), a Amatra VI afirmou que "é inegável o risco à vida e a incolumidade física das mais de quatro mil pessoas que circulam diariamente no prédio da Sudene". A associação também ressaltou que a estrutura não oferece a mínima condição de segurança. 
Uma reunião entre a categoria e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) está marcada para a quarta-feira (05). O encontro objetiva identificar uma solução de curto prazo para o impasse. Após a reunião, os magistrados irão avaliar o que será feito.